20 de ago de 2013

O dia em que me permiti ser adolescente outra vez

Brian, Howie, Kevin, AJ, e Nick. Sim, são eles, os Backstreet Boys!

Quem me conhece desde o início da minha adolescência sabe que eu cultivo um amor platônico por cinco garotos, hoje homens, chamados de Backstreet Boys. Durante algum tempo, quando um deles deixou a banda e tantas outras coisas aconteceram, eu acabei deixando um pouco de lado e também foi a época em que tive contato com o Punk Rock e o Hard Core, mas assim que os rumores sobre a volta dos Backstreet Boys vieram à tona, meu amor por eles despertou novamente.

É impossível dizer em poucas palavras, mas vou tentar resumir minha história com eles.

Ao entrar na quinta série do Ensino Fundamental tudo mudaria na minha vida. Eu teria diversos professores, um para cada assunto, incluindo a língua Inglesa. Eu nunca havia estudado um idioma estrangeiro e estava ansiosa, embora um pouco amedrontada, por finalmente ter essa oportunidade. Mas como nem tudo são flores, me lembro como se fosse hoje o dia em que eu falhei miseravelmente na minha primeira avaliação de Inglês.

Foi aí que os Backstreet Boys apareceram na minha vida, acredito eu (não sou boa em guardar datas). Em 1996, estimo eu, três anos após eles iniciarem a carreira, eu acabei conhecendo o trabalho deles. Era tudo o que uma menina de prestes à entrar para a adolescência precisa para ter sua atenção atraída: 5 garotos harmoniosamente atraentes, cada um em sua particularidade, cantando músicas sobre amores infinitos e fazendo dancinhas coreografadas. Eles eram praticamente a versão Americana do grupo Dominó, este que foi sucesso nos anos 80 e que provavelmente chamou a atenção da sua mãe. Na verdade, há fundamento: os Backstreet Boys tiveram influência de Boys II Men e New Kids On The Block, boybands as quais certamente influenciaram não só eles, mas muitos outros artistas da cena Pop.

Eu fui me interessando cada vez mais por eles. De cara me apaixonei pelo AJ McLean, o cara estranho, magrelo, com alguns piercings e tatuagens, com cara de mau, destonando dos outros os quais fazem mais o estilo de bom moço. Entretanto, apreciar a beleza de cada um já não estava mais sendo suficiente. Eu queria entender o que eles cantavam, o que eles falavam nos shows entre uma música e outra. Pronto, estava feita a combinação perfeita: eu precisava aprender Inglês por conta da escola, e eles eram o meu melhor incentivo!

Com o aprendizado do idioma, surgiu meu sonho impossível: vir para os EUA e, quem sabe, conhecer os Backstreet Boys. Mas, ah, é sonho de adolescente, que nunca vai acontecer...

Lembro que os CDs deles que tenho foram praticamente todos presentes que ganhei da minha família. Em um aniversário, ganhei o CD Millenium de uma tia da minha mãe. Estava na casa da minha avó, quando a mesma veio me trazer o pacotinho que a tia havia deixado lá pra ela me entregar. Quando abri e vi o que era, sai correndo, pulando, gritando pela casa, procurando o telefone pra ligar pra ela e agradecer histericamente. Foi a cena mais deliciosa da minha vida, quase tão parecida com a reação do menino do Nintendo 64.

Traduzi músicas, assisti milhares de vezes a shows gravados, comprei VHS de uma edição da revista Capricho especial deles, da época da música Everybody, com making off de alguns clips. Assistia com legenda, tentava aprender palavras novas, chegava a decorar falas... Enlouquecia com os amigos do condomínio que também gostavam de artistas Pop, principalmente com a Thalita, que não só gravava entrevistas e shows, e fazia cópias, como também tinha uma facilidade incrível para aprender os passos de dança das músicas e de ensinar. Foi aí que surgiu o meu apelido "Backs", numa tentativa do pessoal de diminuir a palavra Backstreet. Que adolescente não gosta de ter um apelido com o qual se identifica? Eu era a Backs, a fanática pelos "meninos da rua de trás", a menina que sonhava em um dia conhecer os EUA e em assistir à um show deles. Ah, sonhos!

Assim fui crescendo e me interessando cada vez mais não só pela banda, mas como também construí um carinho especial pelo idioma, pela cultura Americana. Procurava aprender tudo o que podia. Estudei muito sozinha, e tenho orgulho do nível que consegui, embora morar nos EUA tenha sido a chave para finalmente adquirir fluência.

Se hoje estou nos EUA e falo Inglês confiantemnte, foi por influência deles. E já que essa minha loucura começou com eles, nada mais justo do que terminar com eles e, assim, fechar um dos ciclos da minha vida.

Quando vim para os EUA, em 2011, estava marcado o cruzeiro deles, sem o Kevin, para Bahamas. Como isso aconteceria um ou dois meses depois da minha chegada, decidi não ir por inúmeros motivos. No começo de 2012 fiquei esperando que anunciassem novamente, até que para a minha surpresa o cruzeiro havia sido cancelado para aquele ano. Mas então em 2013 primeiro surgiu a notícia de que Kevin estaria de volta, depois de sete anos, e que eles iriam se reunir novamente, com projeto de novo álbum, nova turnê e também o cruzeiro, desta vez para celebrar os 20 anos de carreira. O cruzeiro eu já havia descartado, desta vez porque está previsto para Outubro, logo após terminar o meu segundo ano de intercâmbio, ou seja, com os documentos para vencerem eu não posso sair do país e voltar. Missão cruzeiro abortada, foi então que anunciaram a turnê, começando pelo Japão. Alguns meses depois, minha amiga Boliviana me liga dizendo que eles haviam anunciado show em Virginia Beach, aproximadamente 4 horas de distância daqui. Não pensei duas vezes e disse a ela que estaríamos juntas nessa.

Contamos os dias para que os ingressos começassem a serem vendidos. No dia anunciado, estávamos com o site aberto e conversando pelo chat do Facebook. A ansiedade era imensa, porque os ingressos estavam se esgotando em poucas horas na maioria dos shows. Ela foi mais rápida que eu, e comprou logo nossos ingressos. Com ingressos garantidos em Maio, e o show marcado para Agosto, então era a minha vez de reservar o hotel para o final de semana em que viajaríamos.

Foram 3 meses de muita ansiedade. Nesse intervalo também aconteceu meu aniversário, desculpa perfeita para comprar o CD deles que seria lançado no final de Julho. No final de Junho, foi anunciada a pré-venda do combo de CD + Pôster, o qual seria impresso com os nomes dos fãs que comprassem em pré-venda e preenchessem a requisição. Comprei, claro. Já estava feliz da vida, aguardando meus presentes chegarem, e esperando pelo dia do show, quando me dei conta de que no site deles são vendidos pacotes VIP, para serem adquiridos como complemento do ingresso, e que cada um deles dava direito a participar de diferentes ocasiões antes do show. Foi aí que eu me deparei com o pacote Gold, o qual dava o direito de assistir à passagem de som, de cumprimentá-los individualmente, e de tirar uma foto individual.

Minha cabeça explodiu! Me dei conta de que meu sonho antigo não era impossível. A oportunidade de conhecê-los existe, e só estava a um cartão de crédito de distância de mim.

Durante dias pensei a respeito. Cheguei a sonhar que havia conhecido eles, e que perguntava ao AJ se eu podia beijar o rosto dele para tirar foto. Loucura! Fiz as contas, achei caro. Calculei mais uma vez, e considerei. Não dormi por dias. Postei no Facebook sobre o pacote, pra ver o que as pessoas diriam. Todos me incentivaram, principalmente a "galera do condô", aquela que morava na mesma vizinhança e que me conhece desde adolescente. Perguntei ao meu irmão, e é claro que ele também me incentivou. Não dormi por noites.

Até que disse a mim mesma que eu merecia. Meu intercâmbio acaba em breve, e uma oportunidade dessa eu não teria no Brasil. Eletrônicos, livros, roupas, tudo isso compra-se a qualquer hora, em qualquer lugar. A oportunidade de conhecer um ídolo, só acontece uma vez. Foi então que parei de pensar e comprei logo o pacote Gold. Deixei de comprar objetos, para comprar um momento.

Contei pro meu irmão, pros meus pais, para as amigas, para o Facebook, para o Twitter, para o Instagram, para o Thorn (o lagarto de estimação aqui da casa), para Deus e o mundo. Eu queria sair correndo e gritando pela casa, derramando felicidade por todo canto.

Poster com nomes de fãs, foto autografada, ingresso do show, crachá VIP, e o novo álbum.


Mais espera, mais noites sem dormir, até que o grande dia chegou!

Uma viagem que deveria ter levado três horas e meia, nos colocou em seis horas e meia de infinita estrada. Chegamos atrasadas, corremos, tomamos chuva, mas por sorte não perdemos nada! Fizemos o check-in, recebemos o crachá, e uma pessoa nos levou até a frente do palco, ainda vazio.

Toda a magia começou por volta das 16 horas. Primeiro assistimos à passagem de som. A cada um que vinha até a frente do palco, meu coração saltava. Sentia o choro querer aparecer, mas logo se transformava em sorriso. Ri das piadas deles, fiquei olhando cada um boquiaberta, cantei as músicas, dancei, fotografei. Não parecia real, e ao mesmo tempo parecia que estávamos assistindo a um show privado. Bom, três músicas ao vivo e sem banda, para mim, é muito mas que um show. Ainda no palco, eles responderam algumas perguntas, e foi o momento mais gostoso, porque ali eu os vi como pessoas, não como artistas. Eles fizeram piada um do outro, riram, foram eles mesmos.

E então foi a hora de cumprimentá-los e tirar a tal foto. Eles desceram do palco e ficaram ali do lado. Os seguranças nos organizaram em filas, de acordo com o pacote VIP de cada grupo, e assim aconteceu. Eu estava ansiosa, mas com um bom auto-controle. Quando chegou a minha vez, andei até o Brian. Disse que era um prazer conhecê-lo, ele respondeu sorrindo, e o abracei. Quando fui cumprimentar o Howie, eu disse que era para eles me desculparem, mas como sou do Brasil e Brasileiros abraçam independente da situação, então eu iria abraçá-los. Nisso o Howie disse "Uau, do Brasil?", abriu um sorriso e me abraçou. Logo em seguida estava o Kevin, o único que não me abraçou, mas me estendeu a mão e, olhando nos meus olhos, disse "hello", e "prazer em conhecê-la". Olhei pro lado, e vi o AJ, que estava vindo para me abraçar pela direita. Neste mesmo momento, veio o Nick pela esquerda, e me deu um meio-abraço, afinal eu estava com a mão direita na cintura do AJ, para abraçá-lo, e colocando o braço esquerdo por cima do ombro do Nick para também abraçá-lo. Acabou sendo um duplo meio abraço. Interessante. Me posicionei em frente ao AJ, dei um abraço, e quando soltei perguntei a ele se eu poderia ficar do lado dele para a foto. Sem hesitar, ele respondeu "É claro!" e colocou o braço por trás de mim, pela cintura. Automaticamente deslizei meu braço por baixo do dele, e o abracei na cintura. Ouvi os outros se movimentando para se posicionarem também, mas não prestei atenção em quem estava do meu lado. Todos sorrimos, *click*  e a foto estava feita! Soltei o AJ, olhei pros dois lados, dizendo "Thank you, guys!". Ao caminhar para a saída, um outro segurança me entregou uma foto dos cinco, autografada (de verdade) por todos eles.

Foi aí que a mágica realmente aconteceu. Foi no momento de cumprimentá-los que eu finalmente transformei eles em pessoas reais, não mais artistas inatingíveis. Como já estou aqui há quase dois anos, e conheci muita gente, eu já sabia "como um Americano se parece", e eles são como todos os outros Americanos. Brian e Howie têm quase a minha altura (e a da maioria dos Americanos). Aliás, Howie é o cara feliz 100% do tempo, estampa o sorriso no rosto e não tira mais. Brian é brincalhão e um amor de pessoa. Kevin veste camiseta lisa por baixo da camisa, e combina com short (como já vi muitos homens usarem por aqui). Nick tem o jeito do típico Americano que passou dos 30, mas que ainda tem cara de moleque e divide apartamento com amigos. AJ (ah, o AJ!) é exatamente como eu imaginava que ele seria, daqueles que por trás das tatuagens e da cara de mau, cultiva um sorriso lindo e um coração enorme.

Meu mundo parou quando abracei o AJ, principalmente para a foto. Ter meu braço envolvendo sua cintura, sentindo a camiseta dele no meu braço, sentir o braço dele na minha cintura, sentir que ele realmente estava presente ali, foi a sensação mais inexplicável a qual eu já senti. Ter ele ali do meu lado, ver que ele é real, e que ele atendeu ao meu pedido de ficar ao seu lado sem hesitar, fez com que meu amor por ele se tornasse muito mais sublime. É impossível explicar o porquê deste gesto ter sido tão especial. Acontece que aqui as pessoas são distantes, não gostam de contato com o corpo alheio, apertam a mão de qualquer jeito, não abraçam se não têm intimidade com você. E de repente eu estava ali, abraçada à pessoa que por toda a minha vida me pareceu ser tão inatingível, tão irreal. Para ele, era só mais uma fã. Para mim, era o meu ídolo se transformando em ser humano concreto.

Foi tudo muito rápido, passível de ser perdido em um piscar de olhos. Entretanto, tudo o que aquele encontro representou para mim não cabe em um segundo. Tudo ali foi muito mais além do tempo. Sai dali realizada e plenamente feliz, principalemente porque consegui falar com eles, fui capaz de me comunicar no idioma deles em uma fluência surpreendente, sem precisar pensar no que eu ia falar, sem procurar por palavras, sem ensaiar. Tudo o que eu disse saiu tão naturalmente quanto se eu tivesse dito em Português. Senti orgulho de mim. Muito orgulho.

Depois de toda a trajetória, era hora de esperar pelo show. Como já estávamos dentro do local onde era o show, tínhamos permissão para ir para nossos lugares antes de os portões abrirem para o público geral. Minha amiga e eu corremos para a frente do palco, onde já havia algumas pessoas. Ficamos atrás das meninas que tinham o VIP Platium, o qual dava o direito a subirem no palco durante algumas músicas. Tive a visão perfeita de tudo, estava em frente ao palco bem no meio do mesmo. Mas o legal é que o palco não era simplesmente um tablado reto. Do palco principal ainda saia uma extensão em forma de T, onde as laterais eram reservadas para o pessoal que comprou um outro tipo de ingresso (Fan Pit), e a parte de cima do T era onde começava a nossa área (General Admission). Atrás de nós começavam as cadeiras numeradas.

Por ter ficado em frente ao palco eu pude ver detalhes que nunca me dei conta que estavam ali, afinal eu tinha essa imagem de que artistas são pessoas inalcansáveis e que eu sempre os veria de longe. Os meninos andavam pelo T e se posicionavam na extremidade em frente a gente, entre nós e o pessoal dividido pelo corredor que forma a haste do T. Me peguei olhando os sapatos, as calças, cintos (ou a falta deles), os detalhes dos ternos, as tatuagens, os músculos do pescoço tensionadas, as luzes passando pela barba, observar o suor no cabelo e no rosto, perceber o quão brilhantes são os olhos deles. Durante a passagem de som, o AJ disse que estava doente e pediu desculpas caso a voz dele falhasse, mas ali durante o show ele estava dando o melhor de si, dançando com uma energia incrível, levando as músicas com aquela voz que eu tanto gosto de ouvir. Inacreditável!

Em se falando de dançar, antes de o show começar eu conheci Kristina, uma Americana vinda da Carolina do Norte para vê-los novamente depois de 8 anos. Eu a conheci porque ela estava tentando tirar foto do palco, e esbarrou no meu ombro. Quando ela pediu desculpa ("sorry" é quase um bordão aqui), eu olhei pra ela e disse que não havia sido nada. Eu estava tão feliz por ter acabado de conhecer os rapazes, que eu estava puro amor e toda sorridente, e com a empolgação comecei a conversar com ela. Ela me disse que na última vez que os viu, ela estava grávida de cinco meses, e que descobriu onde eles estavam hospedados e fez plantão na frente. Nisso, ela conseguiu o autógrafo do AJ, do Howie e do Nick, mas ficou faltando o do Brian e do Kevin, e ela havia levado a camiseta neste show para tentar pedir a eles que autografassem. Na mesma hora eu dei um passo pro lado e chamei ela pra ficar do meu lado, mais perto do palco. Eu já havia abraçado eles, e deixar com que ela pudesse também conseguir o que lhe faltava, era uma gentileza e um prazer ajudá-la. Dito e feito! Ela conseguiu o autografo dos dois, um de cada vez em diferentes músicas. Eles ajoelharam na frente dela, pegaram a camiseta e autografaram. Ela gritava de felicidade, e essa cena me encheu de felicidade também. Durante o show fizemos gestos e dancinhas nas músicas com coreografia, tanto antes do show enquanto rolavam músicas aleatórias dos álbuns (como Hey Mr DJ), quanto durante o show, gritamos o tal "tara ta ta" que eles costumavam gritar em We've Got It Going On nos anos 90. Me diverti como se a conhecesse há anos.

Durante o show, tentava me dividir entre fazer algumas fotos, filmar alguns trechos, cantar as músicas, dançar, olhar cada um. Aliás, não é nada fácil prestar atenção em cinco pessoas dançando, cantando, correndo no palco, fazendo graça ao mesmo tempo. Era um misto de euforia com percepção da realidade. Às vezes me ocorriam uns estalos, do tipo "hey, Aline, isso tudo é real". Eles não estavam em uma tela de TV ou em um vídeo do Youtube. Eles estavam no palco, bem ali na minha frente, em pessoa. Surreal.

Lembra daquele grito histérico que aconteceu há muitos anos quando ganhei um CD? Ele se repetiu neste sábado, quando o AJ tocou a minha mão durante a última música, Larger Than Life, logo após eu chamar o nome dele e tentar gritar um "love you", o qual ele provavelmente nao ouviu. Não há música mais perfeita para isso acontecer, já que ela foi escrita para nós, fãs. Foi o gesto certeiro para fechar aquela jornada, para eu ter certeza que meu sonho foi completamente realizado. E a Kristine, a qual mencionei há pouco, assim que viu o que aconteceu, também vibrou comigo assim como quando ela conseguiu os autógrafos. Foi delicioso dividir tanta emoção com pessoas desconhecidas, mas que compartilhavam do mesmo amor.



Agora, com a sua licença, vou ali deitar na minha cama, no silêncio das luzes apagadas, vou fechar meus olhos e me lembrar de cada detalhe que aconteceu neste último sábado, cada palavra, cada gesto, cada música, como seu eu houvesse gravado tudo com os meus olhos e agora pudesse reproduzir como um filme particular. :)

7 comentários:

  1. Nossa não tem como não se emocionar... pode ter certeza q nós aqui do "condô", principalmente eu, fiquei extremamente feliz e vibrando desde a sua primeira postagem dizendo q iria ao show, e tbm ansiosa pra q vc postasse um vídeo ou uma foto, faço apenas uma ideia da emoção que vc sentiu, lendo seus post, até pq a empolgação é tanta q faltam palavras creio eu, mas quem te conhece a tantos anos e sabe da sua batalha e da sua perseverança tem mto orgulho de vc, não só pq vc correu atras, estudou, agarrou tds as oportunidades que apareceram, mas por não deixar de ser simplesmente a Backs. Estou mto feliz por vc e mto emocionada e logo logo bem vinda ao condô rsrs bjaoo

    ResponderExcluir
  2. Alineee que emoção! hahaahhaha chorei junto aqui! Sei como é realizar um sonho de conhecer nosso ídolo! To feliz de verdade por tii! Essa foi pra fechar com chave de ouro sua jornada! Espero que quando eu chegar ai, eu consiga realizar um dos meus sonhos também!
    Fique com Deus
    Beijos =*

    ResponderExcluir
  3. Vc tirou foto com eles??? Really cooooolllll!

    ResponderExcluir
  4. Que linda sua história... Me emocionou.
    Parabéns pela realização de seu sonho, com certeza foi o melhor dinheiro que você investiu.

    ResponderExcluir
  5. Olha Aline, em três anos de faculdade não compartilhados tanto algo que temos muito em comum, eu tb comecei a amar ingles por causa deles e amava o Nick...meu loirinho....hahah e tudo isso de ganhar presentes da familia tb aconteceu comigo, eu tinha ate um diario onde escrevia todos os sonhos (literalmente) que tinha com eles, geralmente sempre sonhava que eu ia a algum show e eles me chamavam e eu conversava com eles em ingles e obvio que no sonho eu pensava e sempre me desculpava por nao saber inglês hahah e fiquei realmente feliz, pois eu sei oque é amar esses caras, e me sinto feliz de vc ter conseguido esse sonho tão maravilhoso. Alias eu amo Boyz II Men, eu pesquisava TUDO que eles gostavam e ouço até hj hahahha sabe nem tenho mais oque dizer, apenas que vc merece tudo isso. Eu admiro sua coragem de viver em outro pais, longe de todos, e ainda com esse plus, realizado...bjos e tudo de bom, e me ensina ingles depois hehehe :)

    ResponderExcluir
  6. Sua história é um pouquinho a minha própria história tb.. Backstreet boys são os melhores professores de inglês que uma garota pode ter. Agora só está faltando ficar pertinho deles que nem vc!

    ResponderExcluir
  7. Aline, me identifiquei muito com sua história... a diferença é q vc deu continuidade no inglês e foi morar fora, e no meu caso eles (e outros cantores) continuam sendo meus professores e AINDA não fui morar nos EUA (meu sonho de vdd, q foi intensificado por causa deles)

    Outra coisa em comum? Tbm fiquei uns anos desligada por falta de informações (q "no meu tempo" vinham de revistas e da MTV) e pela não inclusão digital (rsrsrs)

    Em 2010 soube q eles tinham vindo em 2009 (não vi divulgação), depois em 2011 minha filha estava com apenas dois meses... Enfim, esse ano (2015) vou ao meu primeiro show deles... e é por tanta empolgação q te encontrei! Não consigo sair das redes sociais, entrei em diferentes grupos pra buscar informações, conhecer pessoas (pq vou sozinha daqui de Uberlândia-MG) e ver mais experiências como a sua!

    E quando vejo já escrevi um texto enooooorme como esse resumindo minha história com eles... (desculpaa)

    Obrigada por compartilhar essa história, tenho certeza q servirá de inspiração não só pra mim, mas para milhares de pessoas espalhadas por aí... Um BSBeijo pra vc!

    ResponderExcluir